Demanda é essencial para viabilizar voos comerciais entre Ponta Porã e São Paulo

O levantamento efetivo de qual seria a demanda diária para ocupar os voos comerciais
entre Ponta Porã a São Paulo é informação essencial para viabilizar o projeto que está
numa etapa praticamente finalizadora.

Esta foi a conclusão obtiva na reunião promovida nesta sexta-feira (8) pela Associação
Comercial e Empresarial de Ponta Porã (ACEPP) para a discussão dos aspectos técnicos
que envolvem a operacionalidade das aeronaves.


A empresa interessada em atender a rota proposta, a Brava Linhas Aéreas, a exemplo
de qualquer outra empresa, precisa obter lucros com o serviço e, para tanto, antes de
disponibilizar suas aeronaves para pousos e decolagens no Aeroporto Internacional
de Ponta Porã, quer ter assegurada a ocupação doa assentos, num total de 30 para os
modelos Brasília.

Agora, considerando que, envolvendo os municípios da Sul-Fronteira do Mato Grosso
do Sul e os municípios da região Norte do Paraguai, pode-se chegar a uma população
em torno de 400 mil pessoas. É obvio que a maioria esmagadora deste contingente de
pessoas não vai se utilizar de voos comerciais diários para se deslocar de Ponta Porã
para São Paulo. Entretanto, o que se busca representa apenas 0,0075% da população.

Os empresários, comerciantes, representantes de classe e de clubes de serviço, de
universidades, de órgãos públicos, da segurança pública, do Exército e de autarquias e
organizações não governamentais de toda a região, inclusive do Governo do Estado de
Amambay, no Paraguai, presentes ao encontro desta sexta-feira na ACEPP acreditam
que o número desejado pela empresa Brava será alcançado com facilidade.

Todavia, a planilha precisa ser elaborada. Por isso, a ACEPP, a UFMS (Universidade
Federal de Mato Grosso do Sul) a Fundação de Cultura, a Câmara de Indústria e
Comércio de Pedro Juan Caballero, o Ponta Porã Convention & Visitors Bureau, a
Infraero, as prefeituras e as câmaras municipais da região celebraram uma parceria para
a realização de pesquisas. Os levantamentos serão feitos junto a universidades, rede
hoteleira, comércio, indústria, produtores rurais e integrantes das forças vivas da região,
a em seguida encaminhados à Coordenadoria de Transporte Aéreo do Estado, para que
a Brava Linhas Aéreas tenha sustentação para implantar os voos comerciais entre Ponta
Porã e São Paulo.

Legenda:
Reunião foi concorrida na ACEPP

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