Na tribuna do Senado, Moka destaca visita de Dilma a MS

O senador Waldemir Moka (PMDB) manifestou da tribuna, na última terça-feira (30), seu agradecimento à presidente Dilma Rousseff pela visita a Mato Grosso do Sul. A presidente esteve em Campo Grande segunda-feira (29) para anunciar uma série de investimentos no Estado.
Moka destacou a entrega de 300 ônibus escolares aos prefeitos dos 79 municípios do estado; o anúncio da licitação da ferrovia que ligará Maracajú a Cascavel (PR), possibilitando o acesso das mercadorias sul-mato-grossense ao porto de Paranaguá (PR); e a promessa de colocar no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) a rodovia BR-419, que liga os municípios de Rio Verde e Jardim.

O senador afirmou que o governo de Dilma trouxe avanços nas áreas sociais e econômica. Mas espera mais investimento em infraestrutura. Disse que a ferrovia irá baratear bastante o custo do transporte dos produtos do estado, muito encarecidos pelo transporte rodoviário, modal que, segundo ele, é antieconômico em distâncias acima de 200 quilômetros.
Moka agradeceu a promessa de construção da rodovia, um pleito do governador André Puccinelli que, de acordo com o senador, trará novas oportunidades para os municípios de fronteira e para os jovens que neles habitam, hoje "presas muito fáceis para os crimes de fronteira", como o contrabando e o narcotráfico.
O senador lembrou que o estado tem extensa fronteira seca com Paraguai e Bolívia. Para ele, que nasceu em Bela Vista, um município na divisa com o Paraguai, as regiões de fronteira no Brasil precisam de políticas diferenciadas.
O parlamentar comentou os protestos de produtores rurais realizados durante a visita da presidente ao estado. O senador disse que não é mais possível que a Fundação Nacional do Índio (Funai) continue realizando estudos para demarcações de reservas, cujas áreas previstas já somam 200 mil hectares.
De acordo com Moka, não há grileiros em Mato Grosso do Sul e os proprietários detêm os títulos de terras desde o loteamento da região, feito ainda pelo presidente Getúlio Vargas.
Ele propôs que as terras a serem demarcadas como áreas indígenas, em vez de serem expropriadas, sejam desapropriadas, com o devido pagamento de benfeitorias e da terra nua. Ele pediu ainda que qualquer nova medida somente seja tomada após o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir sobre as diversas ações em tramitação sobre o assunto.
 Com informações Agência Senado


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