Senador Figueiró propõe reforma política para evitar crise institucional O senador Ruben Figueiró (PSDB-MS) afirmou que a classe política brasileira está vivendo um momento de perplexidade diante das manifestações públicas que vêm ocorrendo há mais de uma semana no País, reunindo milhares de pessoas. “Trata-se de um evento jamais imaginado em nosso País, pois a ideia que se fazia era de que a sociedade estava contente com o governo, de acordo com várias pesquisas de opinião”, ressaltou. Para Figueiró, a questão dos valores dos passes dos ônibus “foi apenas a ponta do iceberg, pois estamos vendo uma multiplicidade de demandas sociais que estão presentes, mas que ficaram submersas nos últimos anos”. “Sabíamos que saúde, educação, segurança pública e corrupção eram problemas latentes, mas nenhum teórico, jornalista ou cientista político imaginou que isso estava tão arraigado na consciência da população”, ressaltou o senador sul-mato-grossense. Conforme avaliação do senador, essas manife


O senador Ruben Figueiró (PSDB-MS) afirmou que a classe política brasileira está vivendo um momento de perplexidade diante das manifestações públicas que vêm ocorrendo há mais de uma semana no País, reunindo milhares de pessoas. "Trata-se de um evento jamais imaginado em nosso País, pois a ideia que se fazia era de que a sociedade estava contente com o governo, de acordo com várias pesquisas de opinião", ressaltou.


Para Figueiró, a questão dos valores dos passes dos ônibus "foi apenas a ponta do iceberg, pois estamos vendo uma multiplicidade de demandas sociais que estão presentes, mas que ficaram submersas nos últimos anos".

"Sabíamos que saúde, educação, segurança pública e corrupção eram problemas latentes, mas nenhum teórico, jornalista ou cientista político imaginou que isso estava tão arraigado na consciência da população", ressaltou o senador sul-mato-grossense.

Conforme avaliação do senador, essas manifestações "diferem de todas as demais da história do Brasil porque elas não têm uma agenda específica e nem líderes que as comandam, ficando tudo muito fragmentado, acima das ideologias e das bandeiras tradicionais dos partidos".

Para Figueiró, o fato mais expressivo tem sido a recusa do movimento em não permitir a participação dos partidos nas manifestações. "Isso mostra que os partidos sofrem uma crise de representatividade profunda, estando dissociada da realidade do dia a dia das pessoas", enfatizou o senador.

"Penso que é o momento de insistir na proposta de instalação de uma Assembleia Nacional Constituinte exclusiva para fazer a reforma das instituições, inclusive abrindo o debate sobre o regime de Governo. Não será o momento de se discutir a sério o parlamentarismo? Não será o momento de se propor critérios mais consistentes para a formação de partidos políticos? Será que não devemos ter uma lei eleitoral que coíba de fato os abusos do poder econômico?", questiona o senador.

Neste aspecto, o senador enfatiza que se estivéssemos no parlamentarismo, a saída para essa crise seria mais simples: "o gabinete de Dilma se dissolveria e convocaria novas eleições no prazo de 60 dias".

Momento de expectativa

O senador também afirmou que sente que a presidente Dilma está "atabalhoada" com as manifestações, mostrando-se indecisa e insegura. Segundo ele, ela deveria convocar os ex-presidentes da República, entidades representativas da sociedade, grandes personalidades brasileiras para debater os problemas e encontrar saídas urgentes para eles.


Da assessoria de imprensa do senador

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