Povo quer saúde melhor e o fim da corrupção e não plebiscito, diz Moka

Presidente da Comissão de Assuntos Sociais, o senador Waldemir Moka (PMDB) afirmou quarta-feira à noite (3), na tribuna do Senado, que o povo brasileiro foi às ruas em todo o país para pedir melhorias nos sistemas de saúde, de segurança e educacional e não pela realização de plebiscito sobre a reforma eleitoral.
A declaração foi feita durante aparte a discurso do senador Pedro Taques (PDT-MT), que considera farsa a proposta do governo de realizar plebiscito. Taques afirmou que não é possível, por meio de consulta popular, discutir questões técnicas como as propostas na mensagem do Executivo enviada ao Congresso.

Moka concordou com o colega, dizendo que a prioridade no momento é buscar soluções para os problemas apontados nas manifestações populares. "Não vi qualquer cartaz pedindo plebiscito. Vi sim as pessoas gritando por melhorias na saúde, por mais recursos para a educação e mais segurança, além do fim da corrupção no país", afirmou.
Pesquisas dos últimos dias, diz Moka, mostram outras preocupações da sociedade. "Mais de 40% das pessoas estão insatisfeitas com a saúde, depois educação e outros temas, como corrupção. Devíamos estar debatendo a destinação de 10% da arrecadação da União na área de saúde. O momento é discutir os pleitos da sociedade, manifestados durante os protestos", argumentou.
O sul-mato-grossense explicou que a reforma política é importante para regular o sistema eleitoral no Brasil. Mas defende que essas discussões sejam feitas à parte de questões mais emergenciais, como o financiamento público da saúde, melhoria na segurança pública e mecanismos eficazes para coibir a corrupção.

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