Presidente do PSDB-MS critica mínimo de garantias oferecidas no “Mais Médicos”


A imprensa nacional noticiou nesta quinta-feira (18/7) a desistência de profissionais inscritos no programa "Mais Médicos" por falta de direitos trabalhistas. "É mais uma prova de que o governo da Dilma, o governo do PT, não é vocacionado a implantar reformas estruturantes no país assim como o PSDB no passado já fez", disse o presidente do PSDB de Mato Grosso do Sul, deputado estadual Marcio Monteiro.

Aliás, Monteiro criticou o programa de modo geral, já que, segundo avalia, não é apenas com mais médicos que se resolvem os problemas da saúde no Brasil. "Todo o sistema hoje está desorganizado, não é só com médicos que vamos resolver o problema da saúde, assim como não é com cozinheiros que vamos resolver o problema da fome", comparou.


Um dos intuitos do programa é levar médicos para o interior do país, entretanto, como se trata de uma bolsa de informação, não há previsão de pagamento de horas extras, 13° salário e FGTS.

"Precisamos de hospitais melhores equipados, os postos de saúde trabalhando efetivamente nas suas ações, equipados e preparados para isso, os PSFs também precisam ter uma dedicação do médico, então todo o contexto da saúde tem que ser revisto no país", disse ainda Monteiro, para quem o programa é uma "afronta" e visa transferir totalmente a responsabilidade da ineficiência da saúde para os médicos.

O senador Ruben Figueiró (PSDB-MS), por sua vez, classificou a MP dos Médicos como "extensa, confusa e polêmica". "Uma prova concreta de que a MP 621/13 é confusa é a quantidade de emendas apresentadas a ela: 547!", lamentou.

Foto: Marycleide Vasques

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