Marcas e patentes foram a temática da manhã durante o 2º SIPI na UFGD



O secretário executivo da APITT, Guilherme Souza de Castro, abordou o tema "marcas e patentes" durante o 2º SIPI
Quem participou da palestra de abertura do 2º Simpósio de Inovação e Propriedade Intelectual (SIPI 2013), que acontece hoje e amanhã (20 e 21) no Cineauditório da Unidade 1 da UFGD, teve uma verdadeira aula sobre marcas e patentes e sobre como se dá a proteção do conhecimento produzido na universidade.
Durante uma breve abertura feita pelo professor doutor Cristiano Márcio Alves de Souza, coordenador do Núcleo de Inovação e Propriedade Intelectual (NIPI/UFGD), o docente enfatizou a importância do tema "Propriedade Intelectual" no cenário mundial e expôs aos participantes o engajamento da universidade nesta área, alegando que nesta segunda edição do evento o trabalho está voltado ao "arcabouço legal em proteção do conhecimento, com foco na incubação de empresas e empresas juniores".
De acordo com o professor, a realização e a participação em simpósios como este pode colocar Dourados em um futuro onde as pessoas estejam voltadas a ideias de inovação. Sempre visando o desenvolvimento regional.

Em seguida, o representante da Agência de Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia (APITT) da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Guilherme Souza de Castro, ministrou a palestra "A proteção do conhecimento na universidade: marcas e patentes", pela qual o profissional pode explicar as peculiaridades do processo de registro de marcas e patentes.
Criações protegidas
Apesar de não ser facilmente perceptível, o mundo como é hoje funciona praticamente todo sobre marcas e patentes. Os objetos usados, alimentos ingeridos, atividades de lazer e cultura desfrutadas, tudo foi criado e desenvolvido até que se chegasse a um produto ou serviço que teve sua patente registrada para que, em seguida fosse divulgado e comercializado por meio de marcas.
O secretário executivo da APITT discorreu sobre a Lei de Inovação (nº 10.973 de 2 de dezembro de 2004), legislação que dispõe sobre incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo e estimula a existência de parcerias entre universidades e empresas, cativando o espírito empreendedor dentro das instituições científicas e tecnológicas, por meio da criação dos núcleos de inovação tecnológica, como é o caso do NIPI/UFGD.
Guilherme explicou a diferença entre os termos patente e marca, sendo o primeiro um título de propriedade outorgado pelo Estado ao inventor ou à pessoa legitimada e o segundo o sinal que identifica e distingue produtos e serviços, bem como certifica a conformidade dos mesmos com determinadas normas ou especificações técnicas. Ambos, no entanto, precisam ser registrados no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI).
Ilustrando sua fala com exemplos cotidianos, o representante da APITT explicou como se dão os pedidos, enfatizando a importância dos núcleos de inovação tecnológica para as solicitações feitas acerca de patentes e marcas desenvolvidas dentro da universidade.
Serviço: em função de contratempos, o palestrante que ministraria o tema "Proteção do Conhecimento Sensível", ainda nesta manhã, não pode estar presente. O programa do evento, no entanto, segue com as palestras previstas para o período vespertino, a ser encerrado com um debate sobre incubação de empresas e empresas juniores.
O 2º SIPI acontece hoje, das 7h30 às 11 horas e das 13 às 17 horas, e amanhã, das 7h30 às 11h45, no Cineauditório da Unidade 1 da UFGD (rua João Rosa Góes, 761, Vila Progresso).

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