Delcídio quer trabalho integrado para ampliar ação d as Mães de Fronteira

O senador Delcídio do Amaral (PT/MS) defende a execução de um trabalho
integrado dos governos federal e estadual , com a participação ativa da sociedade, para reduzir a criminalidade, criar novas oportunidades de trabalho e melhorar a qualidade de vida nas regiões de fronteira.



" A fronteira é uma região delicada, que exige não só uma ação do poder
público intensa, no sentido de controlar a violência, o tráfico e o
contrabando. Ao mesmo tempo, é preciso criar perspectivas de
desenvolvimento econômico e social para as pessoas que lá vivem, de tal
maneira a evitar que elas sejam capturadas pelo crime organizado", disse o
senador , durante audiência com o ministro da Justiça, Jose Eduardo
Cardozo, em Brasília. " Eu defendo ]este ponto de vista desde que tomei
posse no primeiro mandato, em 2003", lembrou Delcídio.

O encontro contou com a participação do deputado federal Fábio Trad
(PMDB/MS) e integrantes da organização Mães da Fronteira, entre elas
Angela Fernandes e Lilian Silvestrini, mães dos jovens Leonardo e Breno,
assassinados em Campo Grande em agosto de 2012 por uma quadrilha que
roubava carros para trocar por drogas no Paraguai.

" O trabalho das Mães da Fronteira é extremamente relevante, com a
participação da população trabalhando junto com as autoridades para buscar
soluções contra a violência e as drogas. Marcamos para a próxima semana
uma reunião em Campo Grande para estabelecer um programa de trabalho que
envolva todos nós, parlamentares, autoridades federais, estaduais,
municipais e representantes da sociedade civil organizada, exatamente
para que esse movimento cresça. O Mães da Fronteira é uma iniciativa
legítima, criada a partir de um acontecimento extremamente triste,que
enlutou Mato Grosso do Sul, mas é um movimento acima de tudo pela vida.
Então, temos que prestigiá-lo e tornar as Mães da Fronteira referência
para os outros movimentos que hoje ocorrem por todo o Brasil", afirmou
Delcídio. " Vamos discutir mudanças que permitam endurecer a legislação
para punir com mais rigor os criminosos e, ao mesmo tempo, cobrar do
poder público
investimentos e ações efetivas que melhorem as condições de vida na
fronteira, não só em Mato Grosso do Sul, mas em todo o Brasil", propôs .

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