Caixa acelera entrega de casas do Conjunto Dioclécio Artuzi III, em Dourados

HABITAÇÃO


A Caixa Econômica Federal (CEF) vai entregar as casas do Conjunto Habitacional Dioclécio Artuzi III, em construção em Dourados, em no máximo 180 dias. A garantia foi dada ao deputado federal Geraldo Resende, que levou uma comissão de futuros moradores para uma reunião na Superintendência do órgão, em Campo Grande, na quinta-feira (11) para cobrar a conclusão das obras e entrega das chaves às 450 famílias contempladas há mais de dois anos.
Durante o encontro, o superintendente da CEF, Evandro Narciso de Lima, firmou o compromisso de cobrar agilidade da construtora, a fim de que a entrega das moradias ocorra o quanto antes. Ele explicou que a empresa já recebeu uma notificação de advertência no dia 05 de fevereiro, vai receber uma segunda advertência no próximo dia 20 e uma terceira e última no dia 05 de março. O objetivo é cobrar o cumprimento das obrigações contratuais, assumidas perante o órgão.

Segundo ele as advertências são meios obrigatórios que a Caixa precisa realizar para que, caso a empresa não cumpra com suas obrigações, possa ser afastada legalmente. Conforme o superintendente, caso não haja um avanço substancial das obras depois da última notificação, a Caixa tomará as medidas cabíveis para afastar a empresa e contratar outra para finalizar os trabalhos e entregar as casas. Neste caso, seriam necessários 60 dias para a troca da empresa e outros quatro meses para a conclusão, o que totalizaria seis meses de período que os moradores ainda teriam que aguardar. Porém, se a atual empresa decidir continuar os trabalhos, a previsão é de que as casas sejam entregue em no máximo quatro meses.
Outra decisão anunciada pela Caixa durante a reunião é que assim que as obras forem adiantadas para a conclusão, o órgão já fará o contrato com os moradores. Ainda durante o encontro ficou definida uma reunião para o dia 11 de março em Dourados entre os moradores, o deputado Geraldo Resende e o superintendente da Caixa, que se comprometeu a manter os moradores informados sobre o andamento do processo e os passos que está tomando para que as casas sejam entregues o quanto antes.
 Outra boa notícia é a de que a  secretária de Habitação, Maria do Carmo Avesani Lopez, colocou o Estado à disposição do deputado Geraldo Resende e dos futuros moradores para contribuir com o que for necessário para agilizar o processo.
A expectativa das autoridades é de que a atual empresa conclua os 6% das obras que ainda faltam o quanto antes e faça as reformas nas casas que já estavam prontas, mas que foram depredadas por invasores.
  "Explicamos à Caixa que o sofrimento das famílias é muito grande, porque precisam pagar aluguel ou viver em casas de parentes, pois todas são de trabalhadores assalariados. Há anos esta espera perdura e por isto solicitamos da Caixa que houvesse mais empenho para superar os problemas, e que se necessário levaria a questão para Brasília, o que a meu ver não será necessário depois desses entendimentos entre a Caixa e os moradores", conclui Geraldo.
Além de Geraldo Resende e do superintendente da Caixa, participaram da reunião de quinta-feira o gerente executivo de Habitação, Mauricio Abreu Santa Cruz; o gerente regional de construção civil da Caixa, Ubiratan Rebouças Chaves; além das futuras moradoras Lisandra Montezele Borges, Janaina Nunes, Simone da Silva, Eliane Maria e Rosivan Barbosa da Silva.

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