Obras do IMC vão começar em setembro

Estão garantidos investimentos na ordem de R$ 5,8 milhões, recursos da Bancada Federal. Destes, R$ 3 milhões são de emenda parlamentar indicada pelo deputado Geraldo Resende

O governador Reinaldo Azambuja assinou o termo de compromisso para doação de um terreno para a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) construir o Instituto da Mulher e da Criança. A área que fica ao lado do Hospital Universitário será uma nova unidade voltada para atendimentos de mulheres e crianças de toda a região da Grande Dourados com serviços nas áreas de ginecologia, obstetrícia pediatria e neonatalogia.
De acordo com a reitoria da UFGD, com a doação do terreno, a expectativa é de que as obras iniciem em setembro deste ano. Para isto já estão garantidos investimentos na ordem de R$ 5,8 milhões, recursos da Bancada Federal. Destes, R$ 3 milhões são de emenda parlamentar indicada por Geraldo Resende e R$ 900 mil em verba indicada pelo Senador Waldemir Moka.
O deputado Carlos Marun destinou R$ 600 mil, a deputada Tereza Cristina destinou R$ 700 mil e a senadora Simone Tebet destinou R$ 613 mil. Segundo Geraldo Resende, o valor que a bancada havia apresentado totalizava R$ 7.7 milhões, porém devido a contingenciamento de verbas feito pelo Governo Federal, os valores disponibilizados foram reduzidos.

A unidade de saúde, que será construída em anexo ao prédio do Hospital UFGD, terá um edifício com 8,7 mil metros quadrados construídos, com subsolo e mais quatro pavimentos, dotados de consultórios de ginecologia e obstetrícia, banco de leite, consultórios de pediatria, Pronto Atendimento Pediátrico (PAP) e salas das residências.
Além das emendas individuais, foi apresentada pela bancada uma emenda coletiva no valor R$ 9,1 milhões, "O compromisso dos parlamentares envolvidos revela o quanto é necessária essa obra. O Hospital Universitário não suporta mais a lotação permanente. Os pacientes sofrem com a falta de estrutura adequada, pouquíssimos leitos para atender uma região que tem aproximadamente 800 mil habitantes em 34 municípios. O que nós queremos é que o IMC supra toda essa demanda e atenda humanamente as mães e seus filhos com qualidade e eficiência que merecem", explica Geraldo Resende.
O parlamentar sul mato-grossense lembrou que futuro hospital tem sido uma das suas prioridades do mandato, principalmente, depois que a obra ficou inviabilizada em 2013, em razão de que a gestão anterior da Reitoria da UFGD perdeu R$ 12,9 milhões, conquistados por ele em 2010.
"Este foi um dos momentos mais frustrantes da história da saúde pública de Dourados. Enquanto estamos enfrentando uma gigantesca crise econômica, quando a população indica a saúde como principal demanda, a antiga reitoria perdeu este vultoso investimento arduamente conquistado em Brasília por meio do nosso trabalho. No entanto, eu não me cansarei e não vou desistir de buscar alternativas e recursos para a construção do Instituto da Mulher e da Criança", enfatizou.

Valéria Araújo
19.04.16

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