UFGD aprova projeto na FINEP para desenvolvimento de Tecnologia Assistiva

A Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), por intermédio do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação e Tecnologias da Informação e Comunicação (GEPETIC) da Faculdade de Educação (Programa de Pós-Graduação em Educação), em parceria com o IFMS, aprovou projeto de pesquisa e desenvolvimento tecnológico e foi contemplada com apoio financeiro para desenvolver produtos para acessibilidade de pessoas com deficiência visual.


Na chamada pública do FINEP "Viver Sem Limites", mais de 270 propostas de todo o Brasil foram apresentadas e, desse total, 14 projetos (de 11 estados diferentes), que somam R$ 24,4 milhões, foram selecionados para receber apoio a projetos de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação que promovam independência, autonomia, inclusão social e melhoria da qualidade de vida para pessoas com deficiência, idosas e com mobilidade reduzida.

O Projeto da UFGD "Para ver com palavras - audiodescrição como tecnologia assistiva para inclusão social, educacional e cultural de pessoas com deficiência visual" foi o único de Mato Grosso do Sul aprovado e um dos dois da região Centro-Oeste do país, indicando avanços na consolidação do LETIC (Laboratório de Educação e Tecnologias da Informação e Comunicação) como polo de referência regional e nacional, em tecnologia assistiva. O desenvolvimento do Projeto envolve, para os próximos três anos, mais de três milhões de reais em recursos, entre bolsas, equipamentos, serviços e contrapartidas, da FINEP, UFGD e IFMS. 

Para o coordenador do projeto, professor Reinaldo dos Santos, o caráter inovador da proposta, foi determinante para a aprovação, pois o desenvolvimento de apps (aplicativos para smartphones) baseados em audiodescrição situa-se na vanguarda de uma tendência mundial para os próximos anos. Reinaldo também destaca que contribuíram para a aprovação: a experiência da equipe na área, a parceria com o IFMS e a boa estrutura e tradição dos laboratórios de pesquisa da FAED na área de educação inclusiva.

Nos próximos meses, a equipe de pesquisa (que alcançará mais de 30 pesquisadores entre docentes, técnicos e alunos de graduação e pós-graduação) avançará na divulgação das ações do projeto, para contar com a colaboração da comunidade acadêmica e da sociedade como um todo, pois a base da pesquisa será tecnologia social e redes colaborativas.

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