Campanha "Agosto Lilás" chama atenção para a violência contra a mulher

A Coordenadoria Especial de Políticas Públicas para Mulheres, vinculada à Secretaria Municipal de Assistência Social, inicia oficialmente na próxima terça-feira (8), às 8h30, no auditório do CAM (Centro Administrativo Municipal), a ação "Agosto Lilás" e o programa "Maria da Penha vai á Escola", instituídos no Estado por meio da Lei nº 4.969/2016, visando sensibilizara sociedade sobre a violência doméstica e familiar e, também, divulgar a Lei Maria da Penha.
Em Dourados, segundo a coordenadora Sonia Maria Rodrigues Pimentel, a campanha será desenvolvida em todas as escolas da rede pública, municipal e estadual, tendo como alvo alunos do 6º ao 9º anos e do ensino médio. Ela explica que ao contrário de anos anteriores, quando as atividades eram na praça e voltadas às mulheres "que vivem o problema", este ano o foco são os jovens e adolescentes. "Entendemos que é preciso trabalhar com a base, pois acreditamos que conscientizando meninos e meninas, no futuro teremos, certamente, uma diminuição no índice de violência contra a mulher", menciona Sonia Pimentel.

A coordenadora prevê que a programação de visitas às escolas vai se estender durante todo o mês de agosto e deve avançar o mês de setembro, devido ao grande número de escolas a serem visitadas, incluindo os distritos e aldeias indígenas.
Além das visitas escolares, estão previstas blitz no trânsito em horários de maior fluxo e em locais movimentados, como os cruzamentos da avenida Marcelino Pires com as ruas Hayel Bon Faker e Coronel Ponciano.   
Na manhã desta quinta-feira, integrantes da Coordenadoria Especial de Políticas Públicas para Mulheres visitou a prefeita Délia Razuk para convidá-la para o lançamento da ação e presenteá-la com a camiseta da campanha.
Délia, que estava acompanhada de secretárias da administração e assessoras, destacou a importância da campanha de conscientização e reforçou a necessidade de a sociedade contribuir de alguma maneira para conter o avanço dos índices de violência contra a mulher. "Não é aceitável qualquer tipo de violência. Todos nós devemos trabalhar no sentido de incentivar a proteção, o diálogo, e, muito importante, fazer a denúncia sempre que uma mulher  for vítima de qualquer tipo de agressão", disse.

Foto – A. Frota

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